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QUEM TEM sequela incapacitante de traumatismo cranioencefálico (CID-10 S06.9) TEM DIREITO AO BPC-LOAS DO INSS?
Você sabia que quem tem sequela incapacitante de traumatismo cranioencefálico pode ter direito a um benefício que paga salário mínimo por mês? As sequelas incapacitantes de traumatismo cranioencefálico, classificadas sob o CID-10 S06.9, resultam de lesões graves na cabeça que podem causar danos permanentes ao cérebro. Esses danos podem ter consequências a longo prazo, afetando a mobilidade, cognição, comportamento e a capacidade de realizar atividades diárias. A condição é incapacitante e frequentemente requer cuidados contínuos e reabilitação.
Em crianças, as sequelas de traumatismo cranioencefálico podem se manifestar com várias deficiências neurológicas e físicas. Os sintomas incluem atraso no desenvolvimento motor e cognitivo, dificuldades de aprendizado, alterações comportamentais, e convulsões. Essas deficiências podem configurar uma incapacidade intelectual, física e neurológica, justificando o direito ao benefício BPC-LOAS. A diferença entre casos leves e graves está na intensidade dos sintomas e no impacto no desenvolvimento da criança, sendo que casos graves apresentam dificuldades significativas e permanentes na realização de atividades diárias e no aprendizado.
Em adultos, as sequelas de traumatismo cranioencefálico podem causar deficiências significativas, configurando uma deficiência neuromotora e cognitiva que leva à incapacidade laboral moderada a total, dependendo da gravidade dos sintomas. As manifestações incluem dificuldades de mobilidade, problemas de memória e concentração, alterações comportamentais, e necessidade de dispositivos de auxílio e apoio constante para atividades diárias. Esses sintomas frequentemente causam uma incapacidade total para o trabalho e limitam drasticamente a realização de atividades diárias. Casos graves apresentam sintomas significativos e crônicos que justificam o direito ao benefício BPC-LOAS.
Para comprovar adequadamente a condição clínica e garantir um robusto conjunto probatório para o BPC-LOAS, é essencial apresentar laudos médicos recentes de especialistas, como neurologistas, neurocirurgiões, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e neuropsicólogos. Exames complementares, como ressonância magnética, tomografia computadorizada, eletroencefalogramas e avaliações neuropsicológicas, são fundamentais para documentar a extensão das incapacidades funcionais. Avaliações de função motora e relatórios de fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais também são importantes para complementar a documentação. Em casos de prejuízo ao aprendizado ou à capacidade de trabalho, relatórios detalhados de psicopedagogos e assistentes sociais são essenciais para fornecer um quadro completo da condição do paciente.
Para conseguir o BPC-LOAS, é necessário atender alguns requisitos, como ser de família de baixa renda, estar em tratamento médico e possuir provas do estágio das sequelas incapacitantes do traumatismo cranioencefálico e dos prejuízos gerados. A Empresa Burocracia Zero é a assessoria previdenciária ideal para ajudar quem precisa a conseguir o benefício. Entre em contato com a empresa através do WhatsApp, enviando uma mensagem e a documentação médica pertinente, incluindo laudos de especialistas, exames complementares e relatórios de terapeutas. A Burocracia Zero dará todo o suporte necessário desde a análise de viabilidade até a petição, perícias e concessão do benefício, auxiliando para que você tenha as melhores chances e receba o benefício o quanto antes.
Manifestações Leves:
Nas manifestações leves de sequelas incapacitantes de traumatismo cranioencefálico (TCE), os sintomas podem incluir dores de cabeça esporádicas, dificuldades leves de memória e concentração, e alterações mínimas de humor ou comportamento. O tratamento pode envolver medicação para controlar a dor e terapia cognitivo-comportamental para ajudar a gerenciar os sintomas emocionais e comportamentais. As alterações clínicas são mínimas, com exames de imagem frequentemente revelando lesões cerebrais pequenas ou superficiais. O histórico da condição pode indicar um período de recuperação inicial seguido por uma estabilização dos sintomas. O prejuízo funcional é leve, permitindo ao indivíduo realizar a maioria das atividades diárias com poucas adaptações. Em casos leves, a elegibilidade para o BPC-LOAS pode depender da demonstração de que esses sintomas, embora não completamente incapacitantes, causam dificuldades significativas na realização das atividades diárias e no desempenho de funções laborais. Para uma avaliação detalhada e orientação sobre a solicitação do benefício, é recomendável que o paciente entre em contato com a Burocracia Zero.
Manifestações Moderadas:
Nas manifestações moderadas de sequelas incapacitantes de TCE, os sintomas são mais pronunciados e podem incluir dores de cabeça frequentes, dificuldades moderadas de memória e concentração, e mudanças comportamentais que afetam a capacidade de socialização e trabalho. O tratamento envolve o uso contínuo de medicamentos para controle da dor, terapias de reabilitação cognitiva e acompanhamento psiquiátrico ou psicológico regular. As alterações clínicas são mais visíveis, com exames de imagem mostrando lesões cerebrais mais extensas que interferem com a função neurológica normal. O histórico da condição pode revelar uma progressão dos sintomas e necessidade de intervenções médicas e terapêuticas contínuas. O prejuízo funcional é considerável, com o paciente enfrentando dificuldades significativas para realizar atividades diárias e laborais sem assistência. Estruturalmente, o cérebro pode apresentar áreas de dano que afetam a cognição e o comportamento. A elegibilidade para o BPC-LOAS é mais provável neste estágio, já que a intensidade dos sintomas e as dificuldades funcionais geralmente demonstram a incapacidade do paciente para sustentar-se economicamente sem o auxílio do benefício. É recomendável que o paciente entre em contato com a Burocracia Zero para uma análise detalhada do caso e suporte na solicitação do BPC-LOAS.
Manifestações Graves:
As manifestações graves de sequelas incapacitantes de TCE são profundamente debilitantes e frequentemente incapacitantes. Os sintomas incluem convulsões, paralisia parcial, dificuldades severas de memória e concentração, e mudanças comportamentais graves que comprometem a capacidade de realizar atividades diárias e laborais. O tratamento é intensivo e inclui o uso de medicamentos anticonvulsivantes, terapias de reabilitação física e cognitiva, cuidados de enfermagem constantes e suporte psicológico para o paciente e a família. As alterações clínicas incluem graves anormalidades nos exames neurológicos, com lesões cerebrais extensas que comprometem diversas funções neurológicas. O histórico da condição em casos graves é marcado por uma rápida deterioração das capacidades funcionais e uma dependência contínua de cuidados médicos e terapêuticos. O prejuízo funcional é total, com o paciente incapaz de realizar qualquer atividade diária sem assistência total. Estruturalmente, o cérebro sofre danos significativos e permanentes, comprometendo todas as funções críticas. A elegibilidade para o BPC-LOAS é extremamente provável, dado o nível extremo de incapacidade e a necessidade de cuidados contínuos. Pacientes nessa situação devem procurar imediatamente a Burocracia Zero para um suporte completo no processo de obtenção do benefício, garantindo que todas as evidências médicas e funcionais sejam adequadamente apresentadas.
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